François-Xavier de Maistre (9 de dezembro de 1968) é um ex-diretor da Xilam, nascido em Paris, que trabalhou para a direção do estúdio de novembro de 2000 até 5 de outubro de 2026.
HISTÓRIA
François-Xavier de Maistre (9 de dezembro de 1968) é um ex-diretor da Xilam, nascido em Paris, que trabalhou para a direção do estúdio de novembro de 2000 até 5 de outubro de 2026.
HISTÓRIA
Off World é uma série de ficção científica adulta nunca produzida pela Gaumont Multimédia, que teria o formato de 13 episódios com 52 minutos, então inédito na França. Mesmo com um piloto produzido, a série foi cancelada depois que Marc du Pontavice mostrou certo sentimento que era mais um trabalho de um grande diretor de arte do que de um diretor a Guillaume Ivernel, que se demitiu, assim como a equipe se revoltou contra o intervencionismo de Marc.[¹]
CURIOSIDADE
Faleceu hoje aos 71 anos, o dublador e locutor Ricardo Vooght. A notícia foi dada pelo Dublapédia Brasil nas redes.
Ricardo começou a dublar no inicio dos anos 70 no Rio de Janeiro nos saudosos estúdios da Herbert Richers. Dublou em vários estúdios, mas se destacou como locutor da Cinevídeo desde os primórdios do estúdio nos anos 1990 até 2016.
Fez locução na dublagem brasileira do desenho de Highlander e Ratz, dublados na Cinevídeo e participou na dublagem brasileira de Hubert e Takako feito na Sérgio Moreno Filmes.
Matéria sobre o Festival de Annecy de 2015 da edição N⁰ 157 da La Lettre/CST de setembro de 2015 que menciona a animação da Xilam, Flash e os Ronks! que na época estava em produção.
Vamos começar com o caso exemplar de Flash e os Ronks!, uma série dirigida por Olivier Jean-Marie em cinquenta e dois episódios de treze minutos. É um desenho animado com foco nos diálogos, produzido pela Xilam Animation, uma empresa renomada desde sua criação em 1999 por Marc du Pontavice.
Uma característica única da série Ronks é a sua coprodução entre a France Télévisions e a Disney. Para a gerente de produção Marie-Laurence Turpin, era essencial reunir toda a equipe de roteiristas e o artista de storyboard. Mas isso não foi tão fácil, como Jean Brune explicou de forma tão clara e eficaz: "Inicialmente, as equipes estavam desconectadas, entre o roteirista principal, a equipe de storyboard e o diretor. Percebemos que a história estava se perdendo durante as transições entre as etapas de produção. O roteiro estava muito longo e o que às vezes parecia importante em termos do desenvolvimento emocional da personagem estava se perdendo em favor do que parecia ser texto secundário."
Gradualmente, podemos considerar que temos trabalhado com dois parceiros em uma abordagem orientada por storyboard. O aspecto de aventura foi bastante desenvolvido para se alinhar à visão da Disney. "Nesta série, há uma estrutura emocional real transmitida pelo diálogo, grande parte do qual foi escrito pelos artistas de storyboard", comentou Marie-Laurence Turpin. O processo de validação nesta colaboração entre dois parceiros foi mais demorado, exigindo "trocas de informações com as emissoras para cada versão, traduções para o inglês para discussões com a editora de roteiro e, em seguida, traduções para o francês para aprovação da France Télévisions. Uma editora de roteiro também trabalha com eles em Los Angeles. Ela atua como uma ponte entre os roteiristas, corrige os diálogos e faz a conexão com a Disney."
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